Páginas que não li

Páginas que não li

O drama de um desafortunado casal, ambientado em um lugar hostil e cheio de privações, rumo aos limites extremos das provações humanas.

Autor: A J Marchi
Romance | Ficção
Ilustrações: Fernanda Hinnig
14 x 20 cm | 1. edição | 132 páginas | 2017
ISBN 978-85-93325-01-4

R$35,00

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A história de um desafortunado casal que, em meio à mata hostil do Planalto Serrano Catarinense dos anos 50/60, em um ambiente povoado por gente pouco escolarizada, madeireiras e Rural Willys, enfrenta todo tipo de privação.

O livro que o leitor tem em mãos é um ensaio que marca a estreia profissional de A J Marchi. “Páginas que não li” traz a história de um desafortunado casal que, em meio à mata hostil do Planalto Serrano Catarinense dos anos 50/60, em um ambiente povoado por gente pouco escolarizada, madeireiras e Rural Willys, enfrenta todo tipo de privação. Como se dificuldades de ordem financeira e de saúde não fossem provação suficiente, o fruto do amor dos dois, a pequena Clara, nasceria com a sina da pobreza e da precariedade que marca todo o drama.

Resenha

A J Marchi

A J Marchi, nascido em 30/01/1958, descobriu-se escritor depois de aposentarse de uma carreira de meio século dedicada à empresa familiar. Natural de Jaraguá do Sul (SC), destacado parque industrial no nordeste catarinense, formou-se em Ciências Econômicas com pós-graduação em Administração Industrial. A força e a vocação pela literatura sempre estiveram latentes durante sua trajetória por entre a maquinaria e o chão de fábrica. O autor lembra que a paixão por histórias de ficção manifestou-se na infância, quando devorava gibis e livros de aventura.

No ginásio, escrever foi um desafio que um professor de língua portuguesa lhe impôs: descrever, em sinopse, o tema Ecologia. O desfecho culminou com um “convite” a retirar-se daquele “educandário” por desavença com o mestre por acusação de plágio. O fato acabou por afastá-lo das letras de forma e dos livros. No restante de sua formação escolar e universitária, nunca mais foi testado por algum docente que porventura tivesse atiçado a vocação que trazia dentro de si. Apenas a aposentadoria, com sua fartura de tempo, lhe permitiu reconciliar-se com o passado e, em suas palavras, “me dedicar integralmente a esse maravilhoso ofício”.

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